Fui inoculada com o vírus da solterice... pega, viu? Começou comigo me desvencilhando do peso de uma relação de alguns anos, tipo assim: não tenho mais nenhuma responsabilidade sobre você, não somos parentes, fomos só duas subjetividades que tiveram um encontro... caminhou para experimentar os mistérios da noite, aonde todos os gatos são pardos, aonde os drink’s e a música universalizam as sensações, os sentimentos e o propósito de cada um que se encontra ali, deslizou para aquelas cantadas das mais estapafúrdias possíveis, que só são aceitáveis porque você ali engrossa o coro da babaquice, afinal está lá ouvindo.
Maluco é quanto nas primeiras aventuras, carregava ainda o peso de ser outra, mas nada que dois copos e a altura da música não dissolvessem e me deixassem completamente à vontade para me reinventar, ser quem agora eu escolhesse, falar do jeito que eu quisesse, ter a elegância escolhida e não mais a doutrinada e principalmente decidir ceder ou não aos mistérios que a noite propicía.... É quase como ser embalado.... sim, embalado na mesma toada, no mesmo ritmo na mesma cantada.... faz a gente dormir, quem sabe sonhar... E o dia seguinte????? Trrrimmmm!!!! Alô? Gabi? Ta tudo certo pra hoje??(rs!)
Fiquei super feliz ao saber do Blog. Tem a tua cara!!! Como vc não pensou nisso antes? Olha que já já te convidam pra escrever crônicas femininas em alguma revista! Os textos estão muuuuito legais! Vc é o máximo, Gabi! Beijão
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